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Casar virgem é realmente necessário?

Um dia desses estava conversando com um amigo sobre namoro, devido o dia dos namorados, e surgiu o assunto sobre sexo. A gente sempre acaba discutindo, no bom sentido, sobre assuntos polêmicos, ou não, que estão presentes em diversos momentos, o tipo “conversa intelectual”. Assuntos como o aborto, religião, política, e o assunto da vez foi a virgindade.

Virgindade sempre foi uma característica bastante ‘apreciada’  se tratando de mulheres, quanto mais tempo a mulher continuava virgem, mais interessante ela ficava, para algumas pessoas.  Já no caso dos homens, quanto mais tempo demorassem perder a virgindade, mais seriam motivo de piada para os amigos. Apesar da onda de liberalismo sexual que vivemos, esse quadro ainda não foi extinto. Em alguns casos mais extremos, o parceiro sente uma certa repulsa ao descobrir que sua parceira não é mais virgem, e muitas vezes o leva a terminar um namoro por esse motivo, o que é um absurdo em pleno século XXI.

A sociedade, em geral, ainda é bastante preconceituosa em relação às mulheres, mesmo que o conceito de galinha/pegador e piranha/pegadora tenha mudado bastante de uns tempos para cá, ainda é comum ouvirmos fofocas conversas denegrindo mulheres que têm uma vida social mais agitada ou que perderam a virgindade sem estar namorando/casadas. Provavelmente ninguém irá querer namorar uma pessoa que já ‘passou na mão de todo mundo’, mas a virgindade é algo que realmente deve ser preservado até o “momento certo”?

Esse conceito foi, provavelmente, impregado às pessoas através da religião, uma conduta moral para as mulheres do Velho Testamento onde a virgindade era valorizada, acima de tudo, em um casamento. Mas, por que exatamente? Alguém passa a ser melhor ou pior após ter a primeira relação? Já é comprovado por pesquisas que o sexo faz bem às pessoas, então por que toda essa valorização exagerada para o primeiro ato? Existe um momento certo, ou esse momento é quando a pessoa se sentir preparada? Felizmente o Brasil é diferente de alguns países Árabes que isolam, e até mesmo matam, mulheres que tiverem a primeira relação fora do casamento, um absurdo.

Não estou dizendo que sou a favor da completa banalização do sexo, mas existe algum motivo mais importante do que ‘fazer charme’ para prolongar a virgindade? Se é algo que nos faz bem, se praticado de forma segura, não acho que deveria haver essa censura toda ao sexo. Gostaria de saber a opinião dos leitores a respeito do assunto, o sexo deve deixar de ser tão “censurado” ou já está banalizado demais?

Matheus Carvalho

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A Legalização da Maconha.

A Legalização da Maconha é um assunto bem polêmico pois envolve vários fatores, e é algo que não somente afetaria a classe social mais baixa, ou a mais alta, afetaria a sociedade inteira. Um dos principais argumentos de quem quer legalizá-la é dizer que diminuiria o tráfico, mas, dúvido muito que alguém esteja realmente preocupado com isso.

Eu ainda não tenho uma opinião completamente formada sobre o assunto, mas estou mais a favor do que contra a legalização. Não, eu não sou maconheiro, mas acho que o uso pessoal deveria sim ser liberado. Apesar disso, não sou nenhum especialista no assunto, então não posso dizer os riscos à saúde que o uso da maconha pode proporcionar. Existem muitas “pesquisas” que levam mais em conta a questão cultural e social, do que propriamente a ciência.

Uma das principais vantagens que vejo é a possibilidade do Estado lucrar com a maconha, do mesmo jeito que faz com o cigarro e a bebida alcoólica, através de impostos. Ainda geraria empregos nos pontos de vendas (que seriam muitos) e impediria os usuários de irem às famosas “bocas de fumo” e correrem um risco desnecessário. Lembrando que, caso legalizada, ela não poderia ser vendida em qualquer mercadinho, como muitos pensam, mas teria pontos de venda legalizados.

Apesar de parecer uma opinião de alguém que pouco se importa com o estado das pessoas e das famílias, não o é. Com legalização, ou sem legalização, uma quantidade enorme de pessoas continuarão a usar a maconha, outras começarão a usar, e assim por diante. A única diferença é que, atualmente, é ilegal, e os lucros vão para os traficantes, alimentando a criminalidade que cresce cada vez mais no nosso país.

Como disse antes, não tenho uma opinião completamente formada sobre o assunto, gostaria que me dissessem o lado ruim da legalização, não quero argumentos como “faz mal à saúde” ou “mais pessoas começarão a usar”, pois quem quer usar, consegue, isso é um fato. O fácil acesso a algo também não implica no crescimento do número de usuários.

Matheus Carvalho

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Eu te digo sobre traição.

Por quê? O que eu fiz de errado? Será que a culpa é minha? Essas são as perguntas mais frequentes e atormentadoras depois de saber de uma traição. Não adianta ficar tentando responde-las, uma vez que nem sempre existem tais respostas.

Falar sobre esse tema nem sempre é fácil, pois esse assunto universal – que sempre gera dor, ódio e muitas vezes até revolta – é bastante conflituoso.

O número de pessoas traídas tem aumentado consideravelmente ao longo dos anos. Aí vem a questão “será que o amor está acabando?” Não necessariamente. Nem sempre a falta de amor é o motivo para a famosa pulada de cerca, já que as pessoas trocando o certo pelo duvidoso e entrando nessa arriscada situação.

Será que vale mesmo a pena trocar algo tão exato por um prazer momentâneo? A resposta dessa questão deve estar relacionada ao grande número de pessoas que se arrependem depois de enganar e trair.

Lógico que descobrir uma traição não é nada legal, mas não podemos achar que é o fim do mundo. É preciso dar a volta por cima, levantar a cabeça e seguir em frente. E sempre se lembrar que é uma situação normal, e que quase todo mundo já passou ou vai passar por isso um dia.

“Ainda que a traição agrade, o traidor é sempre odiado.”

Você gostaria de saber se foi traído ou preferiria nunca ficar sabendo?

Joyce Maróchio

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