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Prova Amarela – ENEM
Não bastasse o gabarito do ano passado ter vazado e informações dos candidatos terem sido acessadas, este ano o ENEM resolveu inovar. “Por que não pregamos uma peça nos estudantes que pegarem a prova amarela? Ninguém gosta de amarelo mesmo.”, pensaram eles. E assim foi feito; quem pegou a prova amarela… se fudeu. Eu sou um deles. O pior é que a minha turma, e a escola toda, só percebeu o erro muito depois do início da prova, lá pela questão 34, que estava repetida.
Não sei, deve ser algo que eu tenha feito esse ano, ou deixado de fazer. Talvez eu tenha blasfemado muito, então, desculpe Hades, te imploro que não me atrapalhe amanhã, principalmente na hora da redação. Dentre 4 provas, tinham que me entregar a amarela né? Mas isso é irrelevante perante a idiotice de quem preparou essas provas. Será que ninguém revisa elas? E se tinha outras provas amarelas guardadas, e sem erros, por que nós pegamos exatamente as com erros?
Minha sorte foi não ter começado a marcar o gabarito, visto que também havia um erro na definição de matéria das questões, então fomos aconselhados a não marcar. Mas e quem marcou? Fora o fato de ter perdido, em média, uns 40 minutos esperando o fiscal trocar as provas e depois passar a resposta de uma para a outra.
Não sei como consegui terminar às 4:10 e ter feito uma prova tranquila, mas chega de fazer os estudantes de otários né? Já não basta a pressão que é ter que fazer uma prova que pode definir seu futuro, agora temos também que torcer para que ela venha sem erros?
Matheus Carvalho
O Mundo Utópico
Publicado por matheusco em Utilidade Pública em 12/06/2010
O Mundo Utópico seria uma lugar onde não houvesse fome, as guerras seriam inexistentes, presentes apenas nos livros de história, haveria água potável para todos, doenças já teriam sido erradicadas pois o saneamento básico e o forte investimento na saúde foram completamente eficazes. O dinheiro viria sempre depois do bem estar das pessoas, ninguém passaria o outro para trás, até porque não haveria necessidade, pois devido o forte investimento em ensino todas as pessoas conseguiam se formar numa boa escola e conseguiriam seu diploma de ensino superior.
Este último item é bastante comentado, seja em cadeia regional, nacional ou mundial. O estudo é a base do mundo moderno, sem ele ainda estariamos agindo feito animais vivendo em cavernas, caçando para se alimentar e seriamos totalmente ‘desevoluidos’. O estudo, ou a falta dele, também é usado muitas vezes para justificar a violência presente no mundo inteiro, não posso afirmar se isto está correto ou não, mas é fato que uma pessoa sem estudo não chega à lugar algum, a menos que ganhe na loteria ou herde uma boa herança, mas mesmo assim, ainda precisará de inteligência para ‘controlar os gastos’ e não acabar na falência.
Muitos afirmam que o Estado é, certamente, capaz de promover um forte investimento no ensino do país. Eu também acredito que o país possui essa capacidade. Supondo que todas as pessoas conseguissem realmente ter um ensino de base e houvessem vagas suficientes para todos os alunos cursarem ensino superior, o que aconteceria? De fato haveria uma melhora surpreendente na economia e desenvolvimento do país, profissionais mais capacitados, pesquisadores, etc. Mas será que nosso atual sistema aguentaria isso? Se todos fossem realmente capazes de cursar o Ensino Superior à quem seria direcionado os cargos que fazem o chamado “serviço pesado”?
…
Quem limparia as ruas e as casas? Quem atenderia as pessoas nos balcões de Supermercados? Quem arriscaria a vida para fazer segurança de boates/bancos/casas/shoppings? Quem faria entregas pelo Brasil todo, em caminhões, arriscando a própria saúde/vida? Quem colocaria a ‘mão na massa’ numa obra de construção civil? Enfim, não tenho nenhum tipo de preconceito com quem exerce essas funções, até acho que esses serviços não são valorizados como deveriam, mas, quem em sã consciência, e com diploma de Ensino Superior na mão, aceitaria fazer algum desses serviços? Penso que se faltar mão de obra nessas áreas simplesmente o Mundo para de progredir. Lembrando que do mesmo jeito que estou supondo se todos conseguiriam ter acesso ao ensino superior, suponho também que haja mercado de trabalho para essas pessoas.
Mas a minha dúvida mesmo é: Será que o Estado tem isso em mente e por isso não promove um investimento em massa na educação do país, ou isso apenas é fruto de um sistema que favorece poucos e desfavorece muitos?
Matheus Carvalho
Eu te digo sobre Engenharia Ambiental.
Publicado por joycemarochio em Vest em 18/05/2010
A Engenharia Ambiental basicamente desenvolve e aplica tecnologias para proteger o ambiente dos danos causados pelo homem, é a engenharia voltada para o desenvolvimento econômico sustentável, ou seja, que respeite os limites dos recursos naturais.
Se você quer ser engenheiro ambiental, é importante gostar de matérias da área de exatas. Também é preciso ler bastante, porque a área ambiental está em constante mudança, com novas tecnologias e etc.
A duração do curso é de cinco anos.
O primeiro ano é básico para todas as engenharias, com matérias como Física, Cálculo e Química. A partir do segundo ano começam as disciplinas relacionadas à área, como por exemplo, Química Ambiental, Fundamentos de Geologia e Introdução à Poluição Ambiental. Um estágio é obrigatório, mas só pode ser feito a partir do segundo semestre.
O campo de atuação do engenheiro é novo, mas promissor. Ele é o elo entre muitos profissionais envolvidos em uma obra. Empreendimentos como usinas termelétricas, indústrias de base (química e petroquímica, de mineração, siderurgia e de papel e celulose) e grandes obras de infra-estrutura (rodovias e ferrovias) buscam cada vez mais o engenheiro ambiental para o controle de poluição.
Livro indicado:
Joyce Maróchio




